Em um momento em que o mercado se equilibra entre desafios e oportunidades, empresas que souberem unir ambição com estratégia têm a chance real de ampliar sua atuação. O cenário econômico brasileiro para 2025 traz sinais claros: embora o crédito permaneça caro, com a Selic em 15% ao ano e a inflação ainda acima da meta (5,09%), os movimentos do setor financeiro indicam um ambiente fértil para quem deseja agir com confiança, solidez e visão de longo prazo.
O Banco Central tem reforçado seu compromisso com a modernização do sistema financeiro, permitindo que financeiras atuem como fintechs a partir de setembro deste ano. Essa mudança regulatória — prevista na Resolução CMN 5.237/2025 — desbloqueia barreiras e incentiva a união entre inovação tecnológica e conhecimento consolidado, criando novas possibilidades de crédito para pessoas jurídicas. Além disso, o avanço do Open Finance no Brasil, que já conecta quase 50 milhões de contas, amplia o potencial de acesso a serviços financeiros personalizados. O crescimento do embedded finance (integração de soluções financeiras em plataformas de outros setores) reforça o movimento: os serviços financeiros não apenas acompanham os negócios, mas se tornam parte deles.
Enquanto isso, o mercado de fusões e aquisições dispara: apenas nos primeiros quatro meses do ano, foram registradas 476 operações — o segundo melhor início da história. A entrada de grandes players, como a Mastercard, que aportou US$300 milhões em uma de suas unidades, mostra a força de um setor que não para de se reinventar. As fintechs Clara, Nubank, PicPay e Agibank, por exemplo, já traçam estratégias de expansão ou se preparam para abrir capital. Essa movimentação não é isolada. Ela é reflexo de uma maturidade crescente no ecossistema financeiro. Mesmo com o aumento do IOF e a consequente queda nas concessões de crédito para PJ em julho (-7,2%), as instituições ajustam suas estratégias com base em dados sólidos. A estimativa da Febraban é de um crescimento de 8,7% na carteira de crédito este ano. Isso revela que, mesmo com retrações pontuais, há espaço para crescer — desde que com estrutura e conhecimento.
As novas exigências de cibersegurança impostas pelo Banco Central também mostram um ponto essencial: a confiança é um ativo estratégico. Proteger informações, garantir estabilidade e agir com responsabilidade frente aos riscos são condições indispensáveis para empresas que querem ampliar sua presença de forma sustentável. Por outro lado, a elevação da CSLL para fintechs (de 9% para 15%) e o crescimento da dívida pública (R$9,4 trilhões, o equivalente a 76,6% do PIB) são alertas. Eles reforçam a necessidade de decisões assertivas, especialmente quando se trata de crédito corporativo. Saber escolher o parceiro financeiro certo, com estrutura, visão e experiência, faz toda a diferença.
Mesmo com todas essas variáveis, o tom que se desenha para os próximos meses é de movimento. O PIB previsto para 2025 é de 2,2%, puxado principalmente pela indústria e agropecuária. A economia segue girando, e quem estiver preparado para se adaptar com inteligência, certamente colherá bons frutos.
A experiência acumulada por empresas que já passaram por ciclos econômicos anteriores é um diferencial. Mais do que oferecer crédito, trata-se de entregar estrutura, confiança e soluções sob medida para cada estágio do negócio. É isso que transforma uma operação financeira em uma verdadeira parceria de crescimento.
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